domingo, 2 de dezembro de 2007

Um pouco de poesia pra alimentar a alma

Enquanto faço o verso, tu decerto vives.

Trabalhas tua riqueza, e eu trabalho o sangue.
Dirás que sangue é o não teres teu ouro
E o poeta te diz: compra o teu tempo
Contempla o teu viver que corre, escuta
O teu ouro de dentro. É outro o amarelo que te falo.
Enquanto faço o verso, tu que não me lês
Sorris, se do meu verso ardente alguém te fala.
O ser poeta te sabe a ornamento, desconversas:
"Meu precioso tempo não pode ser perdido com os poetas".
Irmão do meu momento: quando eu morrer
Uma coisa infinita também morre. É difícil dizê-lo:

MORRE O AMOR DE UM POETA.

E isso é tanto, que o teu ouro não compra,
E tão raro, que o mínimo pedaço, de tão vasto
Não cabe no meu canto.

(Hilda Hilst)

4 comentários:

anonimo disse...

descupa a minha inguinora�a...
mas eu nao entendo nd de poesia..
hahahhahahah

vou ateh postar como anonimo pra nao ser eculaxaduuuuuuuuuu

° •.☆ Gi ☆.• ° disse...

Não precisa entender..
Basta sentir.
Dá pra interpretar um monte de coisas, mas podemos dizer que a poeta critica aquele (talvez o amado dela) que só pensa em dinheiro, e acha que poesia é besteira. (Minha humilde opinião)

Bjs!

continuo anonimo hahaah disse...

nunca q eu ia ver isso c vc nao tivesse falado hahahha

° •.☆ Gi ☆.• ° disse...

Ahuahuahauhauah

"Continuo anônimo" foi o melhor!

Bjs

 
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